quarta-feira, 6 de outubro de 2010

just a teenager

Pensando sobre a vida e curtindo as músicas da minha playlist cheguei a seguinte conclusão: para quê se preocupar tanto com a vida se o tempo passa tão devagar? mesmo quando temos aquela sensação de tempo acelerado, o tempo continua no mesmo ritmo que sempre seguiu.
Todos os stresses da vida e toda as preocupações não passam de meros passatempos do destino. Enquanto ele se diverte nos vendo loucos, nós nos matamos aos poucos ligando para isso. Claro, reponsabilidade todos devemos ter, mas será que deveriamos deixar o destino pregar certas peças na gente ou deveriamos fazer o oposto?

ficadica: curta a vida e ponto.
afinal, todos ainda somos meros teenagers!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

parênteses

(Abre parênteses
E lá estava eu, um mero garoto cuja mala havia sido roubada, pensando sobre quais decisões tomar. O engraçado da história é que você tem certeza que as vezes certas decisões nem são tão importantes assim, elas simplesmente são urgentemente momentâneas e por isso parece ser uma decisão realmente muito importante. Você sabe que dalí a um tempo, tudo não passará de uma piada ou um grande momento que você realmente deseja apagar da memória.
Enfim, nem tenho muito o que dizer hoje, só postei mesmo para não perder o costume.
Fecha parênteses)

quinta-feira, 29 de julho de 2010

De volta ao velho.

Hoje pela manhã lembrei que tinha esse blog (que por sinal é muito antigo) e decidi voltar a usá-lo. E para voltar em grande estilo, vou compartilhar o que tem acontecido comigo ultimamente.
Bom, hoje já sou um "adulto" e junto a esse conto de fadas vem um grande vilão: a responsabilidade. A partir de agora eu tenho que tomar decisões que vão influenciar no que serei profissionalmente (não que nada que tenha feito antes não influencie, mas agora é diferente). Decisões como: que curso fazer, que profissão seguir, quanto devo me dedicar ao trabalho... E para piorar, cada passo, cada movimento vai atingir diretamente o seu futuro. Faz pouco tempo que eu descobri que as opniões das pessoas são realmente importantes, mas nada é tão importante quanto a sua própria opnião. Porque devemos fazer cursos que nos dão simplesmente dinheiro? Porque medir milimetricamente cada passo dado com medo de errar? Não vim aqui para ser mais um conselheiro abestalhado que fala simplesmente que as pessoas devem fazer o que gosta e blábláblá! Eu vim aqui para dizer simplesmente que se você vai fazer o que você gosta, você não pode ter medo de encarar aquilo! Nem, principalmente, medo de fazer algo que as pessoas ao seu redor vão reprovar. Para exemplificar, vamos ao meu caso:
Sempre gostei muito de atuar e sempre tive em minha cabeça a ideia fixa de que me tornaria um grande artista, mas por conselhos de terceiros decidi investir em algo primeiro para depois poder realizar meus sonhos com uma boa quantia de dinheiro no bolso e por isso comecei semestre passado o curso de Direito. Na faculdade conheci pessoas magníficas, professores exelentes e vi matérias que realmente acrescentaram algo na minha vida e estava muito feliz em saber que a cinco anos me tornaria um grande advogado, até que aconteceu algo que me fez pensar duas vezes. Fomos ao fórum e ao tribunal fazer uma visitação para conhecer o ambiente que estariamos em constante contato, coloquei meu terno, meu perfume mais caro, óculos de marca, gel no cabelo e muita confiança no bolso. Olhei-me no espelho e fiquei orgulhoso ao ver que realmente algo havia mudado em mim. Chegando lá, não vi outra coisa além de pessoas que estavam do mesmo jeito que eu, ouvi palestras de pessoas que eram muito bem sucedidas onde estavam, histórias de pessoas que batalharam bastante para chegar alí, muitos papéis, responsabilidade e por mais magníficas que fossem as histórias eu não consegui enchergar ou ouvir NADA além de lamentos por estarem presos a um escritório tendo que usar um terno por obrigação, experimentando as mesmas coisas todos os dias. Sério, aquele lugar me cheirava tristeza! E aí veio a minha autorreflexão: "será mesmo que eu quero isso para mim?", "será mesmo que vão valer a pena todos esses anos estudando para viver assim?". A resposta, claro, era não. Eu não conseguia imaginar aquelas pessoas com tempo livre para poder cuidar dos seus filhos, ou mesmo que tivessem não o fariam por estar muito cansados ou por ter um dia exaustivo no trabalho... Eu não iria conseguir viver daquele jeito, não conseguiria desgrudar da minha alegria em experimentar novas personagens a todo momento, em conhecer pessoas novas, em trabalhar em projetos diferentes. Não conseguiria projetar minha vida em quinze anos sentado numa cadeira super confortável vivendo processo por processo e esperar anos até eles se concluirem. Por isso desisti do curso e hoje eu estou pronto de verdade para viver o que eu quero viver. Talvez esse seja o maior erro da minha vida... quem sabe eu seja um total fracassado no que quero fazer e que tenha que viver as custas dos meus pais o resto da minha vida... mas e se não for?
e aqui estou eu, de volta ao velho que na verdade é tão novo quanto posso imaginar

domingo, 3 de maio de 2009

fracasso surpresa

Quanto tempo não apareço por aqui.
Hoje decidi contar algo engraçado e estressante que aconteceu comigo ontem. Durante a semana passada, meus amigos e eu estavamos organizando uma festa surpresa para uma amiga nossa, estava tudo certo, a festa começaria as 15 horas e nós chegariamos umas 12 horas para poder arrumar tudo. Meu pai estava responsável por levar a gente para o lugar, mas infelizmente ele se atrasou um pouco (2 horas) e nós tivemos que arrumar tudo um pouco apressados. Chegou as 3 horas da tarde, vamos começar a esperá-la ansiosos, os outros convidados estavam chegando, mas nada da aniversáriante chegar, passaram-se uma, duas, três horas e nada dela chegar, "Caralho" pensei "que porra que ela está fazendo que ainda não chegou?". Ficamos esperando, surgiu a ideia de começar a festa sem ela, claro, já haviam se passado 4 horas que estavamos esperando a porra da aniversáriante. Não sabiamos de quem ficar com raiva, dela (a aniversáriante) que era lerda de se arrumar, ou da nossa amiga que ficou responsável de levá-la ao local que não a apressava para chegar logo.
Finalmente ela chegou, quase oito horas da noite, ninguém tinha vontade nem sequer de cantar os parabéns e todos os convidados estavam saindo assim que partiu o bolo "desculpa fulana, é que eu falei para meu pai que a festa terminava por volta das oito da noite". Então ficadica, quando alguém lhe chamar para a festa de um primo, vizinho ou tanto faz um dia depois do seu aniversário, NÃO DEMORE HORAS SE ARRUMANDO PORQUE ISSO DA MUUUUUUUUUUUUITA RAIVA!

sexta-feira, 10 de abril de 2009

desabafo.

De volta a terra de onde aqueles que me fizeram nasceram estou eu. Nada como voltar ao interior do estado, em uma cidade de apenas 2000 habitantes e senti a paz que por aqui reina. É um tanto perfeito para tal situação, tirando o fato do carro que acabei de quebrar.
É triste, sempre quando me diziam "você vai reprovar no seu exame de habilitação, terás sorte se passar no psicoteste" e eu nunca acreditava, mas enfim a prova se concretiza, quebrei o carro do meu pai.

domingo, 5 de abril de 2009

o conto da mala roubada

Estava sem nada para postar, então decidi contar um pouco da minha história. Apesar de curta, já tive milhares de experiências que realmente valem a pena serem divididas. Tudo começou quando eu tinha seis anos, meus pais me inscreveram em um curso de inglês. A partir daquele ponto eu vi o meu amor a aprender novas línguas. Com 13 anos decidi que queria fazer intercâmbio e com 15 o meu desejo virou realidade. E garanto-lhe, foi um marco decisivo para minha vida.
Hoje dividimos as fases da vida da gente por faixa etária, criança, pré-adolescente, adolescente, adulto, idoso... Mas eu prefiro, hoje, dividir minha vida assim: Antes e depois do meu intercâmbio. Se eu me achava maduro o suficiente até aquele ponto eu descobrir que não passava de uma criança e eu digo, se roubassem a minha mala naquele ponto, eu sei que eu reagiria de forma diferente (bem mais imatura). Conhecer novas culturas, vivenciar uma rotina diferente, comida diferente, conhecer e fazer amigos diferentes, tudo aquilo não passava de um sonho o qual não queria acordar. Claro, nem tudo são mar de flores, eu morria de saudades de tudo que demorei 15 anos para construir, mas para uma pessoa jovem como eu, cada descoberta é uma meta cumprida e também a ida e a volta que não foram nada fácil. A ida, porque é realmente difícil sair da barra da saia de sua mãe e a volta (que é pior) porque agora todo o encanto acabou, não teria como ver tudo e todos ao mesmo tempo nunca mais na minha vida, poderia encontrar com um ou outro, mas todos juntos não tem como. Quando eu partir, estava em busca de um novo horizonte, quando eu voltei, estava deixando para trás uma conquista. Os outros brasileiros tudo bem, já nos encontramos, vamos nos encontrar novamente e novamente e novamente e novamente, mas e os outros? Os canadenses, os alemães, os mexicanos, coreanos... Posso encontrar mais uma ou duas vezes e basta.
Mas enfim, agora vocês já sabem o que eu senti, que será fundamental para saber o que se passou na minha cabeça nessa aventura de um adolescente de idade mediana. E para deixar realmente o que eu senti nesse post, não o corrigi, podem ter repetições e tudo mais, mas a correção seria como se limpasse o sentimento.
p.s. ênfase para o post passado: Saudades dói.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

o pior sentimento do mundo.

"Para você, qual é o pior sentimento do mundo?", famosa frase que sempre ouvimos e como aqui eu sempre posto as reflexões mais (digo, as únicas) coerentes, resolvi falar sobre a minha teoria sobre os sentimentos. A resposta mais frequente (sem o trema) é, sem dúvidas, o ódio. Podemos colocar com a prata a raiva ou a inveja, mas, na minha opinião, nada chega perto da saudade.
Imagine você criar laços extremos com pessoas de diferentes lugares e do nada se separarem? imagine como seria se você recebesse uma proposta de um emprego que você realmente deseja e ter que mudar de cidade e ficar longe da sua família? Imagine como seria se simplesmente você ficasse longe das pessoas que você gosta. É de fato desgastante, aliás, doloroso. Bom, e daí que vem a minha indignação quando as pessoas dizem que o pior sentimento que uma pessoa pode sentir é a raiva, a inveja ou o ódio, porque nada, eu disse nada, doi mais do que ficar longe de quem você quer bem.
Tem pessoas que dizem que sentir saudades em um relacionamento é bom. Depende muito! Depende de quando vão se ver novamente, da distância entre um e outro e de diversos outros motivos. Mas imagine como seria viver em países diferentes e até mesmo falar línguas diferentes? Nesse caso não temos saída.
Hoje mais cedo tive a maravilhosa surpresa, uma ligação da Alemanha. Tive a oportunidade de falar com uma amiga minha que conheci no Canadá e que era da Alemanha, tadinhos de nós, eu, um brasileiro que estava prestes a ser saqueado, e ela, uma alemã com o coração extremamente doce. Não, não namoramos. Mas somos muito amigos. Nesse caso, a saudade é quase impossível de ser combatida. Brasil, Canadá e Alemanhã são rotas extremamente distintas, mas que apesar de tudo, os laços continuam fortes.
Por isso eu lhes garanto, nunca deixem seus laços afetivos se partirem, não importa qual seja a distância, e lembrem-se, o pior sentimento do mundo não é aquele que aféta sua beleza e aumenta a sua quantidade de rugas e sim aquele que doi no coração.